quinta-feira, 24 de novembro de 2016

PORQUE OS BEBÊS CHORAM TANTO?


Principais causas e soluções para o choro do bebê baseada na minha própria experiência como mãe.

Os bebês usam o choro para se comunicar, como eles ainda não possuem o recurso da linguagem, o choro é usado para expressar necessidades como, por exemplo: fome, sono, frio, calor, dor, sede, colo, enfim, tudo será pelo choro. Então cabe a nós pais conhecer nosso bebê para que, a cada dia, consigamos suprir melhor as Suas necessidades e consequentemente nosso filho vai chorar menos.

FOME: O bebê chora quando esta com fome, então monitorem as mamadas para saber se ele esta mamando o suficiente, saiba quantos minutos ele costuma mamar e qual o intervalo entre uma mamada e outra. Porque às vezes a criança usa o peito para dormir e não mama um tempo suficiente então logo depois acorda com fome novamente, é preciso que a criança permaneça acordada todo tempo da mamada.

SONO: O bebê precisa aprender  a dormir sozinho, para isso é necessário que se crie uma ROTINA do sono, ser colocado para dormir sempre da mesma maneira e nos mesmos horários, principalmente o sono da noite. O ideal é que a criança acostume dormir no escuro á noite, a luz deve ir sendo diminuída aos poucos para criança não estranhar, deixando somente a mínima luz possível.
NÃO EMBALE O BEBÊ PARA FAZER DORMIR por que se não, cada vez que ele acordar vai querer ser embalado para conseguir dormir novamente. Às vezes será preciso que você realmente pegue no colo, mas deve ser somente para acalmar o bebê e resolver outras possíveis causas do choro (estava precisando rotar, por exemplo), mas se neste momento for somente o choro mesmo, assim que acalmar coloque-o no berço novamente. Teve vezes que eu tive que pegar meu filho no colo e coloca-lo no berço novamente umas 7 vezes.Vale muito a pena passar um pouquinho de trabalho para ensina-lo a dormir sozinho,por que depois que  passa a fase das mamadas da noite o bebê dorme a noite inteira.( o meu dorme 11 horas direto).

REFLUXO: Não embalar, principalmente quando a criança está com o estomago cheio. Para dormir usar um travesseiro anti refluxo, para que a cabeça fique sempre mais elevada do que altura do bumbum da criança. Monitorar as mamadas, calculando quanto a criança mama e qual o intervalo entre uma mamada e outra, para descartar a possibilidade de o bebê estar mamando muito; mamando para dormir por exemplo.

FRIO OU CALOR: Sinta a barriguinha do bebê, a mão por ser mais periférica pode estar fria mesmo quando a criança não esta sentindo frio.Quando eles estão com frio acabam fazendo mais xixi, as vezes ficam com os lábios roxo.O bebê pode também espirrar por estar com frio ENTÃO para acabar com o frio agasalhe melhor o bebê, talvez até ele precise de touca e luvas, aumentar a quantidade de cobertas não resolve porque eles podem acabar se mexendo e o frio entrar ou esquentarem muito (Soluço NÃO é sintoma de frio). Quando estão com calor a barriguinha também fica bem quente e também podem suar bastante podendo molhar até o travesseiro.
SEDE: Bebês que mamam exclusivamente no peito não precisam de mais nenhum líquido, porém depois dos seis meses deve-se iniciar o alimento sólido então também a água é muito necessária, se tiver faltando líquido o bebê pode ficar ressequido. Ofereça água, varias vezes, nos intervalos das refeições.

COLO: O bebê pode estar precisando de afeto pode estar se sentindo inseguro, por exemplo, quando há mudança na rotina. Procure colocar o bebê de frente para ti encostado o corpo dele no seu, fique calma e passe segurança para ele. Você é o “porto seguro” do seu bebê.

SUJO: Alguns bebês choram quando estão com a fralda suja, principalmente se tem assaduras. Por isso a fralda deve ser sempre verificada.

Espero ter ajudado um pouco, principalmente as mamães de “primeira viajem”. A nossa primeira filha chorou bastante, mas depois fomos entendendo o motivo de cada choro, então o segundo filho não chorou quase nada. Está quase sempre assim nosso terceiro bebê:

Deus os abençoe!
Com carinho mamãe Vivi.

sábado, 28 de novembro de 2015

Relato parto do José Mathias


Durante quase toda gravidez eu não fiquei muito atenta ao que estava acontecendo no meu corpo, mais um bebe que estava sendo formado no meu ventre, pois o meu pai estava com câncer já bem avançado e toda a minha atenção era pra ele. Durante A gestação da ELENA E DO TOBIAS, eu tirava foto e até filmava mês a mês, conversava bastante com eles ainda dentro de mim, mas desta vez só fui me dar conta que estava grávida depois que meu pai faleceu, foram dias de grande tristeza e lagrimas...que SAUDADE DO MEU PAI.
O primeiro sinal de que o dia do parto se aproximava aconteceu exatamente 1 mês antes do nascimento, dia 8 de outubro comecei a sentir um pouco de dor na parte baixa da barriga e nas costas, e uma necessidade de me deitar e descansar. Como tenho dois filhos pequenos, liguei para minha sogra para ela vir ficar um pouco com eles para eu descansar. Ela veio e perguntou se não seria bom que eu fosse ao hospital, mas eu não quis, por que eu só iria para o hospital quando tivesse certeza que estava em trabalho de parto.

Depois deste dia comecei a sentir de vez em quando as contrações de treinamento, minha barriga ficava dura um pouco depois voltava ao normal, mas foi somente na manhã do dia 4 que  passei a sentir dor leve  na virilha e no quadril, minha barriga ficou mais baixa e o bebe me parecia mais pesado, acho que Foi neste dia que ele encaixou.

No dia 6 de novembro tive minha ultima consulta do pré-natal (minha mãe estava torcendo que nascesse neste dia porque meus dois filhos nasceram no dia 6). Pela data da ultima menstruação eu estava, no dia da consulta com 39 sem e 5 dias e de acordo como ultrassom 38 sem e 5 dias. A médica examinou minha barriga e disse que o bebe estava encaixado e na posição perfeita para nascer, provavelmente nasceria naquele final de semana. Então o médico e a médica queriam fazer “toque”, mas eu não deixei, pois é desnecessário durante as consultas e Pode inclusive dar inicio no trabalho de parto antes da hora (descolamento de membranas), fazendo com que o tempo de dor seja maior ou até mesmo acabe em cesárea por “falta de dilatação”. Eu havia decidido que só iria fazer toque quando já estivesse em trabalho de parto, somente para saber como eu cheguei ao hospital.

As 4h e 30 min do dia 7 de novembro, sábado,  acordei para ir ao banheiro e estava tendo contrações bem leves , então fiquei monitorando o tempo entre um contração e outra pra ver se eram contrações verdadeiras , mas eram fracas , irregulares e aliviavam mudando de posição , fiquei tendo estas contrações de treinamento até as 6h e 30 m, quando meu marido acordou. Varias vezes durante este dia senti a barriga ficar dura e logo depois voltar ao normal. E quando era  16 H e 30m fui ao banheiro e percebi um muco marrom, mas bem pouquinho. Avisei meu marido e minha sogra, por que ela viria ficar com as crianças quando fossemos ao hospital. Na opinião dela eu já teria ido naquele momento, mas eu não quis, pois ainda não estava tendo contrações.

Então ela achou melhor vir dormir na nossa casa, para que se eu fosse ao hospital de noite ela já estaria aqui. Ela não dormiu quase a noite toda, estava mais preocupada e ansiosa do que eu, depois ela me contou que rezou pedindo a intercessão de SÃO JOSÉ para que eu me acordasse quando chegasse a hora. E aconteceu, 3 horas da madrugada acordei com meu filho de 2 anos e meio me chamando, esperei um pouco pra ver se ele ia chamar de novo ou estava apenas sonhando, Ele não voltou a chamar, Mas eu despertei e percebi que as contrações haviam começado, peguei o celular para monitorar o intervalo entre as contrações , estava dando 1 contração a cada 10 minutos, esperei ainda pela 4ª contração para depois chamar meu marido. Saímos de casa eram 4 horas, e passando 10 minutos não deu outra contração, então fomos mais devagar com a  intenção de só entrar no hospital quando tivéssemos certeza que eu estava realmente em trabalho de parto, mais 5 minutos e deu outra contração agora um pouco mais dolorida.

Chegamos ao hospital 04h20min, a atendente disse que era o terceiro parto e eu pensei que ela estava falando de mim, mas na verdade era o terceiro parto naquela noite no hospital. A enfermeira examinou minha barriga, minha pressão arterial e fez o toque (muito desconfortável) e disse para a outra enfermeira que estava médio  e apenas 1,5 cm de dilatação, ainda iria demorar, perguntaram se eu morava perto poderia ir pra casa.  Graças a Deus  que no inicio do ano havíamos nos mudado para o interior,  e eu disse que a minha 1ª filha foi 2 horas de trabalho e parto, a enfermeira achou que desta vez seria diferente, mas mesmo assim me internaram, fui encaminhada para um quarto onde já havia outra moça que tinha ganhado a bebê LARISSA naquela noite.

Fiquei ainda com minha roupa normal e comecei a andar pelo corredor indo e vindo na frente do meu quarto, meu marido monitorando o tempo entre uma contração e outra, e nós dois rezando o terço da Santa Teresinha. A cada contração eu me abaixava e ficava de cócoras. Senti vontade de ir no banheiro fazer o numero  “dois”, e aproveitei para tomar um banho quente, a água quente ajudou eu relaxar e controlar melhor a dor. Coloquei a roupa de hospital, mas com parte da minha por cima por que estava frio.

Sentei-me um pouco numa cadeira dentro do quarto, e a moça falou: “Nossa como tu és forte”.

Voltei a caminhar no corredor e ficava de cócoras na hora das contrações, estavam agora a cada 2 minutos. Quando eram 6 horas a enfermeira veio perguntar como estava, se eu havia sentido o bebê descer mais, eu não havia percebido nada, apenas o tempo entre as contrações. (na verdade o bebê não desceu mais por que já estava bem em baixo). Ela disse que viria fazer “toque” às 6h e 30m. Eu não queria toque nenhum, por que tinha medo que ela dissesse que estava apenas 3 ou 4 cm e iria mesmo demorar,  eu ficaria então nervosa e atrapalharia o trabalho de parto.

Quando era quase 6h e 30m, resolvi que iria me deitar um pouco  para descansar, pois estava andando desde as 4h e 30m. Subi a escadinha para a cama, quando estava em cima da cama de joelhos deu outra contração desta vês bem forte me inclinei para frente até passar a dor mas deu outra contração em seguida. Meu marido perguntou o que eu queria que ele fizesse, eu respondi que queria que o bebe nascesse logo, e que o Tobias na 3ª contração igual aquela tinha nascido, só acabei de dizer isso e a bolsa estourou. Meu marido apertou a campainha para chamar a enfermeira, a sogra da moça que estava na outra cama saio chamar  enfermeira. A enfermeira chegou e me forçou a virar de barriga para cima, mas nisso já estava junto com a dor a necessidade de fazer força, assim que estourou a bolsa já comecei a sentir necessidade de fazer força, foi tudo muito rápido. Ela me deixou sozinha e foi chamar o médico, que estava esperando na sala de parto, quando eles retornaram o bebe  já estava sobre a cama, já tinha nascido com eu sozinha, quanta emoção eu senti mas desta vez também vi meu filho nascendo, foram  4 forças  uma ele desceu, outra saiu a cabeça ,outra o corpo e por ultimo as perninhas. As 6h e 30 m do dia 08 de novembro de 2015 nasceu O José Mathias já  com fome, quando o colocaram sobre mim ele já estava procurando mama. O médico e a enfermeira chegaram para cortar o cordão e tirar a placenta. A enfermeira girava o cordão tentando tirar a placenta, mas não saía, então perguntei se era para eu fazer força para ajudar, mas o médico disse que não, porém como a placenta não estava saindo, o médico tentou ele tirar e eu fiz uma pequena força e a placenta saiu.

Depois que a placenta saiu, voltou a me dar cólicas muito fortes e ter um sangramento abundante, foi me aplicado 2 injeções e dado um comprimido para dor. Mas graças a Deus a dor passou, meu filho nasceu saudável com 3100kg, 50cm notas 8 e 9. Quando eram 8:00h eu já estava ótima amamentando meu filho com o colostro.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.
Para sempre seja louvado
 

sábado, 9 de maio de 2015

(Mães) Doutoras na arte de tornar vida melhor


Certo dia , uma mulher chamada Ana, foi renova sua carteira de habilitação.Quando lhe perguntarão qual era sua profissão ela hesitou.Não sabia bem como se classificar.O funcionário insistiu:

- O que eu pergunto é se tem uma ocupação, um trabalho?

-Claro que tenho um trabalho! Sou MÃE.

-Nós não consideramos isso um trabalho. Vou por “dona de casa”, disse o funcionário friamente.

Uma amiga de Ana, Marta, soube do que se passara e ,durante algum tempo,meditou o assunto,num determinado dia encontrou-se em situação idêntica.A pessoa que a atendeu era uma funcionaria de carreira,segura,eficiente.A primeira pergunta foi:

-Qual é sua ocupação?

Marta pensou um poço e sem saber bem como, respondeu:

-Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.

A funcionária fez um ar de estupefação e Marta repetiu palavra por palavra, a sua afirmação. Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou perguntar?

-Posso saber o que é que a senhora faz exatamente?

Sem qualquer hesitação, em tom firme, com muita calma, Marta explicou:

-Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa. Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é d 14 horas por dia, às vezes até mesmo 24 horas.

Á medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou um crescente tom de respeito na voz da funcionaria, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.

Quando regressou a casa, Marta foi recebida pela sua equipe: três meninas uma de 13 ,outra de 7, outra de 3 anos.Subindo ao andar de cima da casa,ouviu o seu mais jovem projeto:Um bebe de 6 meses, testando um novo tom de voz.Feliz, Marta tomou o bebe nos braços e pensou na gloria da maternidade, suas múltiplas responsabilidades e horas intermináveis de dedicação...

-Mãe, onde estão os meus sapatos? Mãe ajuda-me a fazer os deveres? Mãe o bebe não para  de chorar.Mãe, vais buscar-me á escola?Mãe, vais a minha aula de dança?Mãe compra-me...? MÃE...

Sentada na cama Marta pensou:

-Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas, o que seriam as avós?

E logo descobriu um titulo para elas: Doutora sênior em desenvolvimento infantil e relações humanas. As bisavós, doutoras executivas-sênior. As tias, doutoras-assistentes. E todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras: doutoras na arte de tornar a vida melhor.

(Livro da família, livraria e editora Padre Réus)
Obs.:Está a caminho meu mais novo "projeto". Final no ano ele ou ela chega por aqui.
ME SENTINDO MUITO FELIZ...

sábado, 20 de setembro de 2014

A nossa historia de amor_6 anos de casados

Conheci meu marido Quando tinha 20 anos,neste dia apenas dancemos juntos, não me senti atraída por ele, pensei que ele tivesse uns 16 anos. Passou alguns meses nos encontramos novamente aí já surgiu o interesse dele por mim, mas eu nada. Por graça de Deus tínhamos uma amiga em comum então pude conhece -lo um pouco mais E SOMENTE 8 meses depois da primeira vez que o vi foi que começamos a namorar.

Eu tinha um diário onde eu havia escrito  como eu queria que fosse meu futuro  namorado, entre tantas coisas eu escrevi que ele não devia fumar nem beber e ser fiel, que tivesse auto estima elevado, não fosse tímido ,falasse  bastante e soubesse também me ouvir e me entender,que fosse inteligente, gostasse de ler,dançar e de ir na missa...a lista era grande que enchia uma folha de caderno.

Começamos a namorar, Fomos nos conhecendo, conversávamos muito, mais do que  beijo tinha muito dialogo. É fundamental para a vida do casal que um conheça a historia do outro. Ele a cada dia ia se revelando mais parecido com aquele ideal de namorado que eu queria, mas aí surgiu um problema: EU NÃO ESTAVA APAIXONADA.

Comecei a pensar que não gostava dele, que estava apenas curtindo os momentos bons que ele me proporcionava, comecei a pensar que ele era bonsinho demais pra mim, perfeito demais. Fui falar com ele disposta até mesmo terminar o namoro, abri meu coração,  falei tudo o que eu estava pensando e sentindo. Ele me falou que o AMOR é uma decisão, que não era pra eu me preocupar se não estava apaixonada, ele também não estava comigo por estar apaixonado, ele havia me  escolhido de maneira racional.

Ele me falava de Jesus, dos Santos , das aparições de Nossa Senhora, Jesus Eucarístico, mas a minha fé estava como que adormecida , eu não conhecia praticamente nada da nossa religião. Eu não conhecia o tesouro que é a nossa Igreja. Agora eu amo estudar o catecismo, ler a historia dos Santos, As historias Bíblicas.

Até que um dia em minha casa dei meu caderno de recordações pra ele assinar (um caderno com perguntas e no final a pessoa deixa uma mensagem.) Ele escreveu que Deus existe e é muito bom e uma prova da benção de Deus é que ele fez a novena das mão ensanguentadas e no ultimo dia da novena eu entrei na vida dele.

Aquelas palavras me tocaram tanto que eu me senti responsável por ele, eu não queria magoa-lo, pedi para ele aquela novena e comecei reza-la, (eu nunca havia feito nenhuma novena) e sabe qual era meu pedido? Eu queria amar meu namorado de verdade. E no primeiro dia daquela novena era uma oração em que pedia a FÉ, eu chorei tanto fazendo aquele primeiro dia de novena, pois foi neste dia que Deus me fez entender que o que me faltava era a FÉ. Deus era o único capaz de preencher meu coração. A partir daquele dia Deus foi preenchendo em mim aquele vazio que eu sentia.

Foi durante o namoro que eu aprendi amar, eu realmente o elegi como meu marido e também fui escolhida racionalmente por ele. Conversávamos bastante durante o namoro (e sempre), pois conversando FOMOS nos conhecemos por dentro. Nunca terminamos o dia estando brigados.

Durante o namoro ele me deu um livro chamado “Sereis uma só carne” do professor Felipe Aquino, entre muitas coisas falava sobre o homem ser cabeça da família e a mulher o coração. O namoro é uma preparação para o casamento, já no namoro conversávamos sobre como seria nossa vida depois de casados, decidimos que eu trabalharia fora somente até a chegada dos filhos, depois me dedicaria integralmente em ser mãe, esposa, e dona de casa.

Ja desde o namoro o Ronald  me cobrava sobre minha maneira de vestir,uma vez eu já sabendo que ele não gostava que eu usasse roupa curta pedi para minha mãe fazer uma bermuda mais comprida para eu ir no carnaval.Porem quando cheguei na frente dele com aquela bermuda, ele falou que se eu fosse com aquela bermuda podia ir sozinha, e agora o que fazer, para mim estava comprida mas ele achava curta...Eu pensei comigo com a roupa que eu visto quem eu devo agradar meu namorado ou os outros? Então tirei a bermuda  e coloquei uma capri.

Fui aos poucos mudando minha maneira de vestir, comecei eliminando o decote,depois comecei usar blusas mais compridas e menos coladas,depois acrescentei mangas nas blusas, bermudas até o joelhos e calças não tão coladas. Até que durante a gravidez da Elena comecei usar vestidos,mas ainda tinha calças no meu guarda roupas .Foi quando encontrei o blog www.mulhercatolica.org me animei mais em abandonar definitivamente o jeans.O primeiro artigo que encontrei foi este”roupa de missa decoro na casa de Deus”.Depois conheci o apostolado moda e modéstia e o blog teus vestidos vi que tinha modelos de saias e vestidos modestos muito lindos e que também era vontade de Deus que as mulheres e meninas devotas de nossa Senhora fossem Marianas também na maneira de se vestir.

Ele me pediu oficialmente em casamento dia 31 de janeiro de 2008, eu disse que SIM tendo a certeza em meu coração que havia escolhido a pessoa certa para me casar e que não importaria o que acontecesse jamais iria me separar.

Foi 2 anos e 3 meses de namoro e Nos casamos, éramos os noivos mais felizes do mundo,no inicio do casamento íamos a festas e bailes,mas depois começamos achar tudo aquilo perca de tempo.Éramos felizes sem precisar de nada de fora para nos distrair.

Nossa dia a dia é muito simples, vamos a missa todo domingo, rezemos o terço quase  todos os dias, procurando colocar sempre Deus no centro de nossas vidas.As musicas que ouvimos e o que vimos na TV é tudo coisas que levam para Deus. Eu limpo a casa, faço pão, o almoço, jantar, bolo, bolacha quando da tempo, fico o dia todo com nossos 2 filhos, eles não vão na creche e é somente o Ronald que trabalha fora.

Procuramos nos confessar regularmente, ler a bíblia, estudar o catecismo e ler livros com historias dos Santos e doutrina da Igreja. Depois do nascimento das crianças ta sobrando pouco tempo pra ler, mas ainda da um pouquinho.

Nosso maior desejo para nossos filhos é que eles sejam Santos e nos também precisamos nos converter a cada dia, Nossa meta é o céu.

Eu sou muito feliz, eu me realizo sendo esposa, mãe e dona de casa. As dificuldades existem, mas a satisfação de poder acompanhar o desenvolvimento dos filhos é muito maior.

Todas as noites a Elena dorme com a gente rezando pra ela, e de manhã eu a acordo cantando.

Ela tem três anos e sabe rezar todas as orações “Pai Nosso”, “Ave Maria”, “Santo Anjo”, “Salve Rainha”, “Jesus Menino” Está aprendendo o Creio.

Ela brinca que é a santa Bernadete viu Nossa Senhora de Lurdes, que é a Lucia dos três pastorzinhos que viram Nossa Senhora de Fátima.

Ela me faz perguntas do tipo “quem é Deus mamãe”?

O Tobias  esta aprendendo a falar, já não me chama mais chorando, chama mamãe, é muito bom ouvi lo me chamando.
Um casamento que da certo começa num namoro onde já ali Deus é colocado no centro.

Eu pensava que felicidade era apenas feito de momento alegres, agradáveis, mas depois que conheci JESUS posso dizer que sou completamente feliz.

Somente Deus pode nos fazer felizes. Mesmo nos momentos de dor, insegurança, tristeza, se temos fé sabemos que não estamos sozinhos e que nossa vida não acaba aqui, JESUS nos prometeu a vida eterna, fomos feitos para o céu.

Nossa  historia esta apenas começando. Pretendemos ter ainda mais filhos, com a graça de Deus. Os filhos são a maior prova de amor entre um casal que se ama.

Sagrada família de Nazaré nossa família vossa é!

 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Relato parto do Tobias

Parto normal pélvico




Desta vez os sinais começaram mais cedo, agora eu vejo que já eram sinais, mas na hora não dei muita atenção.

No domingo dia 05 de maio de 2013 observei pela manhã um pequeno sangramento mas não tinha nenhuma dor, apenas um pequeno incômodo nas costas e na região da barriga na parte de baixo, tal incômodo eu já vinha sentindo algumas vezes desde o dia 8 de abril. E mesmo assim eu convidei meu marido para irmos juntos ao hospital, estávamos preocupados pois o bebê estava na posição pélvica, até o último ultrassom feito com 36 semanas(34 semanas e 5 dias pelo ultrassom). No dia seguinte, dia 6 de maio, seria feito um novo ultrassom e assim marcado o melhor dia para a cesárea.

A possibilidade do bebê se virar para posição cefálica era muito remota, mas os servos do grupo de oração Hosana da renovação carismática, haviam profetizado que seria parto normal e além disso um dos servos em particular nos afirmou que o parto iria ser bem rapidinho. Isso nos levou a refletir que se esse discernimento profético particular estivesse correto, então o parto seria mais rápido que o da nossa primeira filha.

Então eu e meu marido rezávamos todos os dias  pedindo pelo momento do parto, e eu pedia para que o parto fosse igual ao parto de Jesus. Então fiz a novena do Pai eterno e a das mãos ensanguentadas de Jesus. Sendo que quando senti medo rezei a novena do frei Galvão e logo o medo passou,  rezávamos também o terço Mariano todos os dias.

No hospital informei a enfermeira que o bebê estava sentado até último ultrassom, ela me examinou e disse que aparentemente ainda estava sentado, mas não lhe pareceu que  nasceria naquele dia, e como eu veria o médico no outro dia, ela pediu-me para voltarmos para casa, e que eu retornasse caso tivesse um novo sangramento.

Neste dia tínhamos combinado de tirar fotos, dos  meus nove meses de gravidez, no museu ao ar livre de Orleans SC. E já que eu não tive um novo sangramento e também não tinha dores, então fomos à tarde na casa de meu irmão Mauro, e depois do café fomos tirar algumas fotos.

Naquele dia senti que o bebê estava mais pesado e parecia também que ele estava mais para baixo, acho que foi neste dia que ele encaixou! Havia apenas um pequeno incomodo nas costas e na barriga bem em baixo(isso já vinha acontecendo comigo, de vez em quando desde o dia 8 do mês de abril).

Andei das 15:30 horas até quase às 17:00 horas, tirando fotos e passeando tranquilamente pelo museu, e por incrível que pareça eu estava me sentindo ótima. No final do dia, já em casa, senti uma pequena cólica que parou logo que tomei banho quente.


Na última consulta do pré - natal, Eu cheguei a questionar meu médico, sobre o que fazer se o neném quisesse nascer antes deste novo ultrassom e ele me disse que faria ultrassom na hora e a Cesária se fosse o caso.


Naquele mesmo dia 05 de maio de 2013, meu marido já prevendo que algo poderia acontecer ligou para o hospital, por volta das 19:00 horas, afim de saber se o médico estava de plantão e se ele viria me atender durante a noite, caso fosse preciso. Depois ligou para minha sogra vir dormir em nossa casa, para fazer companhia para minha filha de 2 anos, para garantir que tudo ficaria bem se fossemos ao hospital naquela noite. 


Dito e feito, ás 00:20 horas, acordei com cólicas e fui ao banheiro, e quando passaram voltei para cama, mas foi então que deram novamente, com isso chamei meu marido. Logo nos preparamos e fomos para o hospital.


Chegamos lá próximo das 1 hora da manhã e contei para o médico plantonista sobre o sangramento no dia anterior, sobre a posição do bebê e as dores que eu estava sentindo. Fizemos as contas e eu estava  tendo contrações a cada dez minutos. A enfermeira ouviu o coração do bebê e com as mãos na minha barriga acompanhou a dor para ver se era realmente contrações, o médico me examinou (não era o meu médico, nem ginecologista e nem obstetra) não tinha ainda dilatação, então ele ligou pro meu médico vir.


Após isso, veio nos dizer que era para eu ficar em observação até de manhã quando chegaria o obstetra. Quando ouvi que o médico chegaria apenas pela manhã fiquei triste, pois ficaria sentindo dor até de manhã para depois ainda fazer cesárea. Chegamos a cogitar a possibilidade de irmos a outro hospital mas depois decidimos ficar.


A enfermeira nos encaminhou para um quarto, eu ficava um pouco andando e um pouco deitada para o lado esquerdo, então começamos a contar o tempo entre uma contração e outra, deu 8 minutos, depois 6, então o meu marido(Ronald) chamou a enfermeira, e ela me examinou novamente e estava 4 cm de dilatação, ela chamou novamente o médico que se pôs a caminho. A enfermeira achou por bem me deixar preparada para a cesárea. Fiquei contente em saber que mesmo nascendo por cesárea nasceria no momento certo, eu não queria fazer cesárea agendada sem que o bebê estivesse maduro o suficiente. Voltei para o quarto, as contrações estavam cada vez mais próximas até que rompeu a bolsa, agora estava com 7cm de dilatação.


Então fui andando até a sala de pré-parto, (não permitiram a entrada do meu marido) Subi na cama então deu novamente a contração e senti  necessidade de ficar de cócoras,  sendo que depois do rompimento da bolsa as contrações se tornaram mais doloridas mas foi apenas 2 ou 3,e logo a sensação mudou para a necessidade de fazer força, meu corpo me obrigava a fazer força, então eu me desesperei pois sabia que o bebê estava sentado e estava prestes a nascer de parto normal assim mesmo e sem a presença de um médico. Os riscos eram muito grandes, poderia quebrar um braço, uma perna etc, poderia cortar a ligação entre mãe e bebe antes do bebe conseguir respirar sozinho, poderia estar com o cordão umbilical enrolado no corpo ou até mesmo no pescoço.



Chamei com toda a força pela enfermeira, que por graça de Deus fazia parte do Grupo de Oração “Hosana”. Ela chegou e disse para eu não fazer força, eu falei gritando que o bebê queria nascer agora e meu corpo, mesmo sem eu querer estava me obrigando a fazer força. A enfermeira viu que o bebe estava nascendo , aí ela gritou para outra enfermeira que o bebe iria nascer pélvico. Ouvi ela dizendo consigo mesma “meu Deus!  cuida de tua serva, o Senhor deixou ela chegar até aqui agora é contigo”.


Acionaram uma campainha chamando toda a equipe, não deu tempo nem de pegar maca, me carregaram nos braços até a sala de parto... saiu primeiro a bundinha e a enfermeira falou que nasceu fazendo “xixi”, mas quando faltava apenas a cabeça meu corpo já não me pedia para fazer força, tive que fazer força voluntariamente, mais do que estava fazendo antes. Ele nasceu mas não chorou, precisavam aspirar o líquido de seus pulmões, mas o aparelho não ligava, meu desespero foi maior ainda, mas depois de alguns segundos funcionou. Ele chorou, que alivio! Depois o colocaram sobre o meu peito e ele ficou calmo, ele me parecia tão pesado...


Ele o Tobias, nasceu às 2:22 horas do dia 6 de maio de 2013, com trinta e nove semanas completas, três quilos e cem gramas com 46 cm de comprimento e perímetro cefálico de 36 cm, sua nota Apgar foi de 8 no primeiro minuto e nove no quinto minuto. Precisei fazer força mais uma vez ainda para sair a placenta.  E o médico chegou depois que tudo já tinha acabado.


Graças a Deus ocorreu tudo bem, muito rápido, e com menos dor que o parto da minha primeira filha. que eu já lhes relatei, aqui no blog.  A enfermeira até brincou: “vocês queriam tanto que fosse parto normal pois Deus atendeu”.


Deus realmente nos surpreende, a gente tem a mania de pedir o milagre e fantasiar de como vai acontecer, eu confesso que mesmo contra todas as evidências eu ainda esperava que neste último ultrassom o bebê estaria na posição cefálica, apropriada para o parto normal, mas Deus quis que o Tobias Rafael nascesse sentado mesmo.


A recuperação do parto normal é muito melhor e mais rápida que uma cirurgia cesárea.


Louvado seja o nosso senhor Jesus Cristo

Para sempre seja louvado!


Nossa senhora do bom parto, rogai por nós.

Amém.

 PS:. Toda mulher saudável consegue ganhar seu bebe de parto normal, o próprio corpo vai mandando os sinais sobre o que fazer, a vontade de fazer força, por exemplo, é algo que vem naturalmente, basta ficar atenta aos sinais e ajudar o seu corpo ficando calma. Se a bolça ainda não tiver rompido  é  bom sempre caminhar durante o trabalho de parto, e quando se deitar que seja para o lado esquerdo.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Bondade do Bispo São Nicolau, deu Origem ao Papai Noel


 O papai Noel faz parte da cultura do Natal de quase todas as crianças que o esperam com muita ansiedade na noite do dia 24 de dezembro, para receber seus presentes. Mas, muitos não sabem como surgiu a figura do Bom Velhinho.…   a lenda do Papai Noel foi inspirada em uma figura de um santo da Igreja Católica, chamado São Nicolau. Por essa razão até hoje, na Alemanha, o “Papai Noel” é chamado de Nikolaus.
A festa de São Nicolau é celebrada por toda a Igreja no dia 6 de dezembro, MAS INFELIZMENTE NO NATAL TEM-SE ESQUECIDO DO VERDADEIRO ANIVERSARIANTE QUE É JESUS, SE PERGUNTAR-MOS PARA UMA CRIANÇA A PRIMEIRA COISA QUE ELA LEMBRA SOBRE NATAL É PAPAI NOEL.

A associação ao Bispo São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo.Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil Papai Noel e em Portugal de Papai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura.Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova versão do bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.


E em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel como o mesmo estilo criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A propaganda do refrigerante fez grande sucesso, difundindo o personagem fictício Papai Noel, esquecendo-se assim a verdadeira história do Bispo São Nicolau.

São Nicolau nasceu na Ásia Menor no final do séc. III. E desde a sua infância, demonstrou a sua profunda religiosidade e aproximou-se do seu tio, bispo da cidade de Pátara e ainda jovem foi ordenado sacerdote.


Após a morte dos seus pais, São Nicolau herdou uma grande fortuna a que começou a distribuir entre os pobres. Ele se empenhou em ajudar secretamente, para que ninguém pudesse agradecer-lhe.
Havia na cidade de Pátara um rico comerciante com 3 filhas. Quando as suas filhas chegaram à maturidade, as transações comerciais do pai delas fracassaram e ele chegou à completa falência.

Com isso ele teve uma ideia criminosa de usar a beleza das filhas para conseguir meios de sobrevivência. 
E São Nicolau sabendo disso decidiu salvar a ele junto com as filhas de tal situação pecaminosa. 

Então, aproximando-se durante a noite à casa do comerciante falido, São Nicolau jogou na janela aberta um saquinho com moedas de ouro. 

O comerciante, achando o ouro, com grande alegria preparou o enxoval da filha mais velha e arranjou-lhe um bom casamento. Um tempo depois, São Nicolau novamente jogou na janela um saquinho com ouro, o suficiente para o enxoval e o casamento da segunda filha.

Quando o São Nicolau jogou o terceiro saquinho com ouro para a filha mais nova, o comerciante já estava à espera dele. Prostrando-se diante do Santo, agradeceu com lágrimas pela salvação da sua família de um horrível pecado e vergonha. Após o casamento das três filhas, o comerciante conseguiu recuperar os seus negócios e começou a ajudar aos próximos, imitando o seu benfeitor.

São Nicolau desejou visitar os lugares santos e embarcou num barco de Pátara para a Palestina. O mar era calmo, mas ao Santo foi revelado que em breve haveria uma tempestade e ele avisou aos outros viajantes. 

E realmente, veio uma tremenda tempestade e o barco virou um brinquedo indefeso perto das ondas violentas. Como todos sabiam que São Nicolau era padre, todos pediram a ele rezar pela salvação de todos. Após a oração do Santo, o vento diminuiu e veio uma grande calmaria. Depois disso, um dos barqueiros foi derrubado pelo vento do mastro ao convés e morreu. Mas, com as orações de São Nicolau ocorreu que o homem ressuscitou por intervenção de Deus.


Após a sua ordenação como Bispo, São Nicolau resolveu: "Até agora eu pude viver para mim mesmo e para a salvação da minha alma, mas daqui em diante todo o momento da minha vida deve ser dedicado aos outros." E esquecendo a si mesmo, o Santo abriu a porta de sua casa a todos e tornou-se o verdadeiro pai dos órfãos e pobres, defensor dos oprimidos e benfeitor de todos. Conforme o testemunho dos seus contemporâneos, ele era humilde, pacífico, se vestia mais simplesmente possível, comia só o estritamente necessário.

Quando, no reinado do imperador Diocleciano (284-305) começou a perseguição da Igreja, São Nicolau foi encarcerado. E lá na prisão ele também esqueceu a si e com as suas palavras e seu exemplo apoiava os cristãos, que estavam sofrendo junto com ele. 

Mas não era a vontade de Deus para que ele morresse como mártir. O novo imperador Constantino era benévolo aos cristãos e deu à eles o direito de abertamente confessar a sua fé e suas convicções religiosas.

E São Nicolau pode voltar ao seu povo. É quase impossível de enumerar todos os casos da ajuda dele e seus milagres.


São Nicolau morreu muito velho em meados do século IV, mas com a morte dele, a sua ajuda não cessou. Durante mais de 1500 anos ele dá a sua rápida ajuda a todos, que rezam à ele. Os testemunhos da ajuda dele constituem uma vasta literatura e o amor da gente ortodoxa aumenta a cada dia.


São Nicolau rogai por nós!


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A novela é uma “droga”



reporterdecristo.com/programacao-da-tv-influencia-na-personalidade-de-seus-filhos/

A novela é uma droga que, a exemplo do cigarro, não existem níveis seguros de “consumo”, você já se contamina na primeira “tragada”, nem percebe e logo está viciado.

Cuidado! Pois, que o veneno que está destruindo sua família pode estar dentro de sua casa. Pela televisão, se você permitir, SEUS FILHOS E VOCÊ MESMO verão e ouvirão os piores pecados.
Desde a criança até o idoso todos viciados nesta “droga”, que vai nos matando aos poucos,mas não necessariamente o nosso corpo, mas a nossa alma, que é o mais importante. O pecado é mostrado como sendo uma virtude e a moral da Igreja é ridicularizada, com isso nossa consciência moral está cada vez mais relaxada... O que era errado achamos que não é mais, é como se disséssemos que veneno já não é mais veneno porque “os tempos mudaram”...
As famílias já não têm tempo uns para os outros,já não tem mais dialogo, estão todos calados, vidrados na frente da televisão. Não se tem paciência de ficarem 30 minutos juntos rezando o terço, mas ficam até horas vendo novelas, é novela das 6, 7, 8,9 e quantas mais tiverem... São capazes de abrir mão de qualquer coisa para não perder o ultimo capitulo da novela.
O excesso de novela vai deteriorando nosso cérebro, tirando nossa capacidade de pensar, já vem tudo pronto basta ficar olhando e ouvindo.
Muitos pais não são capazes de ler uma historinha bíblica para seus filhos ou mesmo brincar com eles no final do dia, pois “estão cansamos e precisam relaxar vendo a novela”. E as crianças acabam assistindo também e desde cedo já vão aprendendo tudo errado sobre moral, sobre os valores sobre religião e vão sendo contaminadas por falsas doutrinas.
Quem dera fossemos capazes de ficar metade do tempo que ficamos em frente à TV ,ficar adorando nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento. Creio que neste momento em que você lê este texto não haja uma televisão se quer sem a companhia de uma pessoa, mas os sacrários do mundo todo ficam dias e dias sem nenhuma visita.

A QUEM NÓS ESTAMOS SERVINDO???

Jesus Maria e José , nossa família vossa é!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Sem medo de fazer a vontade de Deus!




Depois da gravidez da Elena meu ciclo estava sendo de mais ou menos 40 dias. Usamos com muita confiança o método-de-ovulação-Billings.
Depois que nossa filha completou 1ano e 3 meses decidimos de não mais evitar uma nova gestação, porque que dali pra frente  a Elena já teria 2 anos completos quando o outro(outra) nascesse.

E aconteceu... Chegou o dia e a menstruação não veio,passou mais uma semana e comecei a me sentir enjoada(10/09/2012) e também voltou os sintomas de rinite alérgica. Resolvi esperar mais uma semana para fazer o exame, por que eu achava que precisava de 15 dias de atraso para dar um correto resultado, mas na verdade são 15 dias a partir  da concepção.

Dia 17/09/2012 para nossa imensa ALEGRIA tinha mais uma vez em minhas mãos teste de gravidez POSITIVO, liguei imediatamente pra minha mãe e pra minha sogra para contar...
E no dia 19/09 completamos também 4 anos de Matrimônio. Que belo presente Deus nos Deu , mais um filho para aumentar ainda mais nossa felicidade.

 Ps:.Aceito sugestão de nomes.
  

terça-feira, 31 de julho de 2012

O MÉTODO DE OVULAÇÃO BILLINGS


O MÉTODO DO AMOR

Para você que é a favor da vida e busca fazer a vontade de Deus nada melhor que um método natural para escolher, tendo como medida o amor ,o melhor momento para trazer o primeiro ou o próximo filho ao mundo. O MÉTODO DE OVULAÇÃO BILLINGS é o método do amor, um método seguro, confiável, sem custos, sem uso de nenhuma droga ou dispositivos que fazem mal para a sua saúde.
O método de ovulação Billings(MOB) pode também ser usado para monitorar a saúde reprodutiva da mulher. Pode ser utilizado desde a menarca até a menopausa, em períodos de amamentação, após medicação hormonal e quando ocorrem ciclos irregulares.
 Pode ser usado para conseguir ou evitar a gravidez.
O MOB demonstrou evidências de ser eficaz para casais de baixa fertilidade atingir uma gravidez e deve ser o primeiro recurso em casos de aparente infertilidade.
A utilização do Método de Ovulação Billings não é compatível com métodos de barreira ou formas hormonais de contracepção, seja durante período de aprendizagem ou com propósito de planejamento familiar.
Medicação hormonal, como a contida em pílulas e implantes para controle da fertilidade, interfere no funcionamento da cérvix, alterando assim os sintomas naturais de fertilidade. Pode levar algum tempo após a interrupção deste tipo de medicação para que os sintomas naturais de fertilidade retornem.
UM POUCO DA HISTORIA DO MOB (Método da Ovulação Billings)
“No início da década de 50, Pe. Maurice Catarinich que estava trabalhando com casais , que tinham realmente sérios motivos para adiar uma gestação, pediu ao Dr. John Billings, de Melbourne, Austrália, que atuasse como conselheiro médico de casais que desejavam métodos naturais de planejamento familiar. Os únicos métodos naturais então disponíveis eram os métodos do Ritmo e o da Temperatura Basal do corpo. Comprovou-se que esses dois métodos eram inseguros e inevitavelmente limitativos quando os ciclos da mulher eram prolongados e irregulares.
O Dr. Billings recorreu à literatura médica, com a esperança de encontrar algum indício que conduzisse ao desenvolvimento de um método natural melhor e mais efetivo. Encontrou, assim, referências que remontavam ao ano de 1855, a respeito da secreção de um fluxo mucoso produzido pela cérvix do útero, próximo ao tempo da ovulação.
As propriedades físicas e químicas dessa secreção foram extensivamente estudadas, porém havia poucas referências de que essa secreção fosse uma observação familiar própria de mulheres fecundas e com boa saúde. Reconheceu a possível importância do fluxo mucoso como um indicador da ovulação e se perguntou se essa secreção não poderia ser usada pelas mulheres como um sinal de fertilidade.
Começou então a perguntar a uma quantidade de mulheres a respeito de suas observações sobre essa secreção. Todas confirmaram ter observado uma secreção de fluxo mucoso durante o ciclo menstrual, porém não haviam compreendido a sua importância. Este era o indício que ele estava procurando: a familiaridade de mulheres férteis e sadias com secreção de fluxo mucoso. A questão passou a ser , então, determinar se existia alguma característica típica do fluxo mucoso durante o ciclo e se as mulheres podiam identificar sua fase fértil.
Com a cooperação de centenas de mulheres, logo surgiu um padrão característico e regular do fluxo mucoso. Fez-se evidente que a sensação produzida pelo fluxo mucoso, e tanto quanto o seu aparecimento, poderia permitir às mulheres reconhecerem o começo da fertilidade.
Em 1962, o Dr. Billings pediu ao Dr. James Brown, um endocrinologista da Universidade de Melbourne, para realizar investigações correlacionando a exatidão das observações das mulheres com respeito ao padrão característico do fluxo mucoso cervical, com as características típicas hormonais ováricas próprias da ovulação. O Dr. Brown concordou e iniciou um programa completo de investigação clínica e de laboratório. Analisaram-se centenas de ciclos de mulheres em todas as categorias reprodutivas. Até o ano de 1964, os investigadores estavam convencidos de que as observações das mulheres quanto às características típicas do fluxo mucoso cervical identificavam sua fertilidade com tanta exatidão quanto os sofisticados exames de laboratório. Os dados da investigação realizada por Brown e vários de seus colegas proporcionaram verificação científica ao novo método, chamado agora Método da Ovulação Billings.
Em 1964, a Drª. Evelyn Billings colaborou na investigação de seu esposo. Começou a preparar instrutores e ajudou a aperfeiçoar e simplificar o método.
Nos anos 70, o professor Erik Odeblad, do Departamento de Biofísica Médica da Universidade de Umea, na Suécia estudou as propriedades Biofísicas de várias secreções cervicais e começou a definir diferentes tipos de muco, cada um com funções próprias. Constatou-se que a sobrevivência e o transporte dos espermatozóides dentro do sistema reprodutivo da mulher, são fortemente dependentes da presença de um padrão de muco sadio”.
A SEGUIR UM RESUMO DO Método de ovulação Billings, PARA QUEM QUISER SE APROFUNDAR PODE ENTRAR NA PAGINA  www.woomb.org ou na pagina do método no Brasil www.cemplafam.org
Fonte : http://www.woomb.org/bom/rules/index_pt.html

Conteúdo

Observações do Muco

Um ciclo tem duração a partir do início de uma menstruação até a véspera da próxima. Ele pode ser curto ou longo.
Durante o  caminhar, uma mulher pode sentir quando inicia a menstruação. Ela se sente molhada na vulva. Quando ela olha, ela vê sangue.
Da mesma maneira natural, ela sente a presença de muco quando este inicia e ela observa também quando há mudanças de vez em quando. A sensação e a aparência mudam. Os espermatozóides sobrevivem no muco. O muco informa a mulher quando ela pode ou não conceber.
Um registro é feito cada noite de qualquer sangramento ou muco que tem sido observado durante o dia, dando especial atenção às sensações da vulva.
O primeiro registro é feito durante 2 a 4 semanas enquanto não há nenhum contato genital.












Fertilidade

Para a mulher estar fértil, devem estar presentes:
·         Uma ovulação satisfatória com hormônios ovarianos adequados, tanto o estrogênio como a progesterona.
·         Espermatozóides saudáveis.
·         Uma função cervical adequada para produzir o muco, podendo garantir que espermatozóides sadios alcancem e  fertilizem o óvulo.
·         Trompas de Falópio saudáveis, permitindo a passagem dos espermatozóides até o óvulo e também permitindo que o embrião (bebê) atinja o útero.
·         Um endométrio saudável para a implantação do embrião.
·         Harmonia emocional entre esposo e esposa também é essencial para o funcionamento normal do sistema reprodutivo da mulher.

Resumo das observações, gráfico e regras do Método de Ovulação Billings